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Linda a partida Brasil x Itália de ontem, no vôlei masculino. Eu não sou a rainha do patriotismo mas é sempre legal ver o país da gente vencer, ainda mais depois das meninas terem perdido praquelas cubanas pra lá de escrotas. O hominho da RAI que comentava o jogo falou incrivelmente bem do Bernardinho, que segundo ele é um mito do vôlei mundial; falou muito bem do Mauricio, um levantador histórico e figura importantíssima do vôlei brasileiro e mundial; falou muito bem do Gustavo, do Anderson e dos Andrés* durante a partida. Hoje vi uma entrevista com os jogadores italianos, e eles disseram que são o único time capaz de vencer o Brasil, mas que o nosso time tem um ataque muito rápido e consequentemente difícil de defender, um ritmo de jogo alucinante, e que enquanto o nosso time for assim e o deles cometer os erros bobos que cometeu, os italianos vão perder sempre. Muito sensato, quérido.

Já o italiano asqueroso que venceu a maratona disse em entrevista que teria chegado em primeiro lugar de qualquer jeito, que correu de um modo que o brasileiro jamais o poderia alcançar, com louco ou sem louco de saias. Pode até ter sido assim, não sei, não vi a maratona, mas o ar de desdém dele quando falou essa frase me deixou nauseada.

Os italianos estão rindo à toa porque ficaram bem no quadro de medalhas, em oitavo lugar, se não me engano. Estão se achando AAAA nação esportiva. Mal sabem eles que nos próximos Jogos a China vai papar tudo e não vai sobrar nada pra ninguém.

* O que é que leva um jornalista a ser incapaz de ler um nome direito? Não espero que ele saiba que o G do Giba se fale como J e não como o som Dj italiano, não espero que ele saiba que SC tenha som de SS em vez de CH como em italiano. Mas dizer Nachimiento já é um pouco demais. Onde foi que você viu esse i, meu querido? O nome ali, escrito na tela, escrito numa folha de papel na frente dele, sem a porra do i, e o cara vai e me diz “miento”? Que ódio.

Ele fez o mesmo com a grega que ganhou a maratona feminina. A mulher se chamava Athanasia ou coisa do gênero. Ele passou a corrida INTEIRA chamando a mulher de Anastácia. Acho o fim da picada, de verdade.

a pedidos

Domingo é dia de almoçar na sogra. Melhor ainda quando a mala do sogro não está (foi pra Sérvia passar o fim de semana. De carro. Don’t ask.). Comemos tagliatelle feitas em casa, que o Mirco fez com a ajuda da Arianna e da mãe dela, Lucia. O molho foi feito com tomates maduros colhidos da horta da casa. E o carneiro na brasa é uma das especialidades da Arianna.

Mas antes do almoço demos banho nos ragazzi. Olha o Demo como sofre, coitado. E o Leguinho nem tchum, como sempre.

A famosa gatinha:

L*egolas enchapelado (e vejam se ele não está a cara do Milton Nascimento com esse boné azul):

coisas fofas

Ettore um dia viu uma gatinha tigrada rondando a oficina. Quando abriu a porta do carro, ela entrou na maior. E virou a nova moradora do Zoológico Arianna, que já conta com 4 cachorros bizarros, galinhas, perus, gansos, patos de duas espécies diferentes, pombos, várias famílias de coelhos e um gatinho, único sobrevivente de uma ninhada de 4, cuja piranhíssima genitora já foi avistada morando numa casa abandonada láaaaa do outro lado do campo que fica à esquerda da casa da Arianna.

A gata, que não tem nome, é um dengo só. Eu normalmente acho gato um porre; odeio bicho arrogante e que não dá atenção aos humanos e aos outros bichos. A mãe desse pequenininho é assim, arredia, chata, se esconde, não dá trela pros filhotes. Essa tigrada não: é do tipo que qualquer um pode pegar no colo, ela se desmancha toda, ronrona, fecha os olhinhos, vira de barriga pra cima.

Ontem jantamos na Arianna depois de fazer compras no supermercado de mendigo (leia-se Penny). Os cachorros não estavam em casa; aparentemente tem uma cadela no cio num armazém lá atrás do campo, onde sei lá quem mantém uns cavalos, e os cachorros toda noite vão lá dar uma paquerada básica. Peguei a gatinha no colo e atravessei o campo, assobiando. Láaaaa na casa do chapéu vi um vulto grande, preto e rabudo que levantou a cabeça quando assobiei. Chamei Leguinhoooo!, ele reconheceu a minha voz e veio correndo, atravessando o outro pedaço de campo como uma flecha. A gatinha se assustou e cravou as unhas na minha camiseta (e no meu pescoço), mas quando viu que era o mongo do L*egolas sossegou. Demo ficou por lá mesmo, me olhou, fingiu que não era com ele e voltou pra paquera. Leo nem deu as caras. Os dois apareceram muito mais tarde, exaustos. Ficaram parados no portão fechado esperando que alguém se dignasse a abrir pra eles.

Quando voltei com o Leguinho, botei a gatinha no chão. L*egolas deu uma lambida no focinho dela, outra na bunda do pequenininho, e foi beber água e desabar no chão, cansado. Pena que a gente não tava com a máquina, mas assim que der tiro fotos.

o bigodudo e seu fuzil

Sexta-feira fomos jantar com um casal de amigos num restaurante em Foligno. O nome do lugar é Sparafucile (sparare = disparar, fucile = fuzil) e quem comanda o batatal é um bigodudo grisalho. O lugar é dividido em dois ambientes: a microscópica cozinha, do lado da gelateria, e, dois números depois, ou seja, depois de uma loja de roupas e de uma agência de viagens, a sala microscópica, com somente três mesas. No verão eles colocam mesas na pracinha em frente. No inverno o bigodudo e o garçom extra (no nosso caso era um cara muito lento que passou a noite inteira levando esporro do Bigode) saem da cozinha com os pratos na mão e têm que atravessar a praça correndo pra comida não esfriar durante o curto percurso até a sala de jantar.

Tem mais: o menu é único e você não sabe qual é. Você chega, diz o seu nome (tem que ter feito reserva antes senão não consegue mesa), o Bigode te indica a mesa, você senta e ele começa a te servir. Você não tem a mais remota idéia do que está por vir até o Bigode sair da cozinha com uma panela na mão, apoiá-la sobre um BARRIL e começar a colocar comida nos pratos. Mas pode ser que mais tarde ele mude de idéia e resolva mudar de prato, por isso os gnocchi que você viu o Bigode servindo a outros clientes enquanto você ainda estava no antipasto podem nunca chegar à sua mesa, e ser substituídos por uma outra coisa qualquer. Não é uma comédia esse sistema?

No nosso caso o antipasto tinha dois tipos de queijo, uma fatia de prosciutto crudo, uma fatia de melão (que dispensei), um figo aberto em flor (que o Mirco traçou), uma porção de panzanella (receita local clássica, originariamente um mero reaproveitamento de restos pra fazer salada: uma folha qualquer, tomate, pepino e pão velho molhado no vinagre. Só de ver tenho vontade de vomitar, mas neguinho aqui, e os turistas também, A-DO-RAM), um tomate recheado (que o Mirco comeu). Comemos dois primi: os gnocchi com tomate fresco e manjericão, muito gostosos, depois um risoto de frutos do mar, que não estava lá essas coisas. De secondo tivemos a oportunidade de escolher: todo mundo foi de tagliata, que seria uma carne duríssima grelhada, fatiada e que vem numa caminha de rúcola e regada com vinagre balsâmico; eu, que odeio carne dura, rúcola e principalmente vinagre, fui de filé grelhado mesmo, com saladinha. Duas garrafas de água mineral. Uma garrafa de vinho branco durante os primi, e uma de tinto do Lago Trasimeno com a carne. Ambos os vinhos escolhidos pelo Bigode, claro. De sobremesa, petit gateaux com sorvete de creme (que o Mirco repetiu), uma taça de Marsala, depois café, e o Bigode ainda ofereceu uma dose de whisky no final. Tudo isso por € 23/cabeça. Nada mal, jacaré.

meu pé direito

Isso já tá virando telenovela.

Saí de manhã direto pra casa da Arianna, pra visitar meu cachorro e pegar o número PIN do celular do Ettore, que enxerga mal e vive desligando o celular porque erra o botão, e depois pra ligar de novo precisa do PIN. Aproveitei pra colher uns pepinos, uns tomates e umas abobrinhas na horta e parti pra oficina, onde deveria dar uma ajudada no escritório, já que a secretária está de férias até semana que vem. De repente o scooter começa a cuspir e resmungar. Pensei logo na gasolina, porque desde o tombo a luzinha da gasolina fica acesa direto e por isso perco a noção da quantidade de combustível que me resta, mas era impossível que já tivesse acabado: o Mirco encheu o tanque no sábado antes de viajarmos, e essa semana eu só fui a Torgiano, que fica a 7 minutos daqui, uma vez por dia, e só. A monga aqui esqueceu de um pequeno detalhe: na segunda levei o scooter pra fazer a revisão obrigatória, e enquanto o cara faz o “diagnóstico”, fica acelerando forte uns bons 10 minutos, pelo menos. E nessa lá se foi minha gasolina. Encosto na praça de S. Maria, bem onde fica a lojinha de fruta e verdura da Rita, bem em tempo de não atrapalhar o trânsito, pois o motor morreu imediatamente. Numa última tentativa de pelo menos chegar até o posto de gasolina mais próximo, que ficava a 200 metros, desci e comecei a pisar na manivela (ou seria pedivela? Hoho) lateral, já que desde o tombo o motor não liga mais só com o botão de start. Pisei com o pé direito, lógico, porque o pedal fica no lado esquerdo do scooter e porque eu sou destra. Só que o pedal escapou e quando subiu de volta bateu com toda a força no meu pé direito. O ferido.

Vocês não podem imaginar nem remotamente a dor que eu senti. Não podem. Acho que dor de parto é pinto depois da dor de pedal de scooter arrancando só parcialmente um crosta de ferida. Uma crosta tão alta e tão espessa e que repuxava tanto a pele ao redor que eu venho acordando à noite com dor no pé há tempos. Tava tudo tão feio que hoje quando acordei estava resolvida a escrever pra Bia perguntando o que fazer com a minha crosta. Pra não falar do pesadelo que tive na noite de terça pra quarta, coisa que aliás vem se repetindo estranhamente ultimamente: sonhei com a médica loura que me atendeu na terça quando fui fazer o requerimento de consulta especialista pra alguém dar uma olhada no meu pé. No sonho ela arrancava a crosta da ferida a sangue frio, e eu urrava de dor e saía muito, muito sangue. Acordei angustiada mas não lembrava do sonho, só fui lembrar mais tarde, já na hora do jantar, sabe-se lá por quê.

Então eu fiquei lá, com o pé escorrendo sangue e uma crosta incrivelmente espessa levantada só até a metade, com um scooter sem uma gota de gasolina e um céu preto sobre a minha cabeça. Liguei pro Mirco, com quem eu tinha falado meia hora antes, e que teoricamente estava ali perto, num cliente. Ele já tava na oficina de novo mas tava vindo pra S. Maria outra vez. Fiquei lá parada feito um dois de paus, apoiada no scooter esperando a dor melhorar um pouquinho. Começou a chover. Forte. Fui me arrastando até a banca de jornal vizinha da Rita, pra me esconder debaixo do toldo. Mirco chegou, trazendo material de primeiros-socorros, mas não dava nem pra tocar no pé, em nenhuma parte dele, nem pra limpar em volta, porque a dor era insuportável. A pele tá toda sensibilizada e nem calça comprida eu consigo usar, porque a barra da calça batendo no peito do pé já é suficiente pra fazer doer o pé inteiro. Fomos pegar gasolina num posto, em garrafas de água mineral, e como a chuva logo passou, voltei pra casa. Vim a 30/h porque o vento batendo no pé me fazia ver estrelinhas de dor. Sentei na borda da banheira e com a ajuda de um espelhinho consegui olhar por baixo da crosta levantada, e vi que ela ainda estava grudada ao meu pé por duas traves de pele/tecido conjuntivo, ou seja, não dava nem pra arrancar tudo logo de uma vez. Cortei as partes livres, espalhando migalhas de casca de ferida pelo banheiro inteiro, joguei um desinfetante abundante na ferida, mordendo os dedos pra aguentar a onda de ardor, limpei a sujeirada toda de sangue, pedaços de crosta e gotas de desinfetante, e fui mancando pra cozinha.

Pior: eu tinha me programado pra fazer filé de frango na wok e legumes grelhados, um menu que requer atenção da cozinheira. Cozinhei com o pé direito apoiado sobre o joelho esquerdo, como um flamingo. Pelo menos o almoço não desandou: comemos muito bem, obrigada, e à tarde fui pra oficina ajeitar umas coisas no computador. Mirco cismou de jantar comida chinesa, mas o pior do dia ainda estava por vir: estando de dieta, abri mão dos ravioli cozidos no vapor, do arroz cantonês e do frango com amêndoas e fui de sopa aguada de frango com milho. Só.

Merda de vida.

Eu adoro ver nado sincronizado. Adoro mesmo, apesar de ser perfeitamente consciente da infinita cafonice que rodeia o esporte: os adornos nos cabelos, a maquiagem, os maiôs, os sorrisos forçados, socorro! E por que será que as músicas escolhidas são sempre um porre?

De qualquer maneira, eu gosto. Adoro ver gente elegante e graciosa. Acho que é a esperança de absorver alguma dessas qualidades por osmose televisiva, já que sou completamente desprovida de ambas.

Eu adoro ver nado sincronizado. Adoro mesmo, apesar de ser perfeitamente consciente da infinita cafonice que rodeia o esporte: os adornos nos cabelos, a maquiagem, os maiôs, os sorrisos forçados, socorro! E por que será que as músicas escolhidas são sempre um porre?

De qualquer maneira, eu gosto. Adoro ver gente elegante e graciosa. Acho que é a esperança de absorver alguma dessas qualidades por osmose televisiva, já que sou completamente desprovida de ambas.

Agora que eu fui notar que não botei aqui as playlists dos CDs que eu gravei pro casamento da Renata (e que, vocês sabem, acabamos não escutando porque o “aparelho de som” da festa era um Diskman modelo velho que não lia meus CDs). Toma – e não repare na quantidade de trash. O objetivo era somente uma pueril diversão derivada diretamente da nostalgia dos tempos que não voltam mais.

1. Ed Motta – Manuel
2. As Frenéticas – Dancin’ Days
3. Barão Vermelho – Puro Êxtase
4. Blitz – Betty Frígida
5. Dr. Silvana e Cia. – Serão Extra
6. Inimigos do Rei – Uma Barata Chamada Kafka
7. Tim Maia – Descobridor dos Sete Mares
8. Lulu Santos – Eu Tô Voltando pra Casa
9. Jorge Benjor – W Brasil
10. João Penca – Rock da Cachorra
11. Gabriel o Pensador – Lora Burra
12. Ed Motta – Colombina
13. Blitz – Perdi meu Amor
14. Barão Vermelho – Pode Vir Quente
15. As Frenéticas – Bonita e Gostosa
16. Gabriel o Pensador – Retrato de um Playboy
17. Inimigos do Rei – Adelaide
18. Lulu Santos – Último Romântico
19. Metrô – Beat Acelerado
20. Ney Matogrosso – Homem com H

Outro:

1. João Penca e seus Miquinhos Amestrados – Lágrimas de Crocodilo (live)
2. Eduardo Dusek – Barrados no Baile
3. Blitz – Você Não Soube Me Amar
4. Barão Vermelho – Vou Apertar (Mas Não Vou Acender Agora)
5. Magazine – Eu Sou Boy
6. Tim Maia – Gostava Tanto de Você
7. Gabriel o Pensador – Festa da Música Tupiniquim
8. Ed Motta – Vamos Dançar
9. Barão Vermelho – Pense e Dance
10. Jorge Benjor – Fio Maravilha
11. Pepeu Gomes – Masculino e Feminino
12. Rosana – Como Uma Deusa
13. Sidney Magal – Santa Rosa Madalena
14. Angélica – Vou de Táxi
15. Almir Rogério – Fuscão Preto
16. Xuxa – Ilariê

Mais um:

1. Technotronic – Pump Up the Jam
2. The Bangles – Walk Like an Egyptian
3. The Police – De Do Doo Doo
4. The Police – Message in a Bottle
5. The Police – Walking on the Moon
6. The Pretenders – Middle of the Road
7. UB40 – Baby I Love Your Way
8. Wham! – Wake Me Up Before You Go-Go
9. Ace of Base – All That She Wants
10. Ace of Base – Don’t Turn Around
11. Dire Straits – Money for Nothing
12. Dire Straits – Sultans of Swing
13. Dire Straits – Walk of Life
14. Fine Young Cannibals – She Drives Me Crazy
15. George Michael – I Want Your Sex
16. Jimmy Cliff – I Can See Clearly Now
17. Jimmy Cliff – Reggae Night

E ainda:

1. Kenny Loggins – Footloose
2. Kiss – I Wanna Rock and Roll All Night
3. Lionel Ritchie – All Night Long
4. Madonna – Holiday
5. Madonna – Like a Virgin
6. Michael Jackson – Billie Jean
7. Pet Shop Boys – Always on My Mind
8. Pet Shop Boys – Domino Dancing
9. Pet Shop Boys – It’s a Sin
10. Pet Shop Boys – Se a Vida É
11. The Pretenders – Back on the Chain Gang
12. Queen – Crazy Little Thing Called Love
13. Seal – Crazy
14. Simply Red – Something Got Me Started
15. Simply Red – The Right Thing

O de forró e sambinhas era quase todo Falamansa, Rastapé e Zeca Pagodinho. Destaque pra um mix do Rastapé: Forró em Limoeiro, Comadre Sebastiana, a Ema do Fulano (esqueci o nome). O-TE-MA.

Os de música anos 70 estão no carro, se eu lembrar de trazer pra casa ponho aqui.

Agora que eu fui notar que não botei aqui as playlists dos CDs que eu gravei pro casamento da Renata (e que, vocês sabem, acabamos não escutando porque o “aparelho de som” da festa era um Diskman modelo velho que não lia meus CDs). Toma – e não repare na quantidade de trash. O objetivo era somente uma pueril diversão derivada diretamente da nostalgia dos tempos que não voltam mais.

1. Ed Motta – Manuel
2. As Frenéticas – Dancin’ Days
3. Barão Vermelho – Puro Êxtase
4. Blitz – Betty Frígida
5. Dr. Silvana e Cia. – Serão Extra
6. Inimigos do Rei – Uma Barata Chamada Kafka
7. Tim Maia – Descobridor dos Sete Mares
8. Lulu Santos – Eu Tô Voltando pra Casa
9. Jorge Benjor – W Brasil
10. João Penca – Rock da Cachorra
11. Gabriel o Pensador – Lora Burra
12. Ed Motta – Colombina
13. Blitz – Perdi meu Amor
14. Barão Vermelho – Pode Vir Quente
15. As Frenéticas – Bonita e Gostosa
16. Gabriel o Pensador – Retrato de um Playboy
17. Inimigos do Rei – Adelaide
18. Lulu Santos – Último Romântico
19. Metrô – Beat Acelerado
20. Ney Matogrosso – Homem com H

Outro:

1. João Penca e seus Miquinhos Amestrados – Lágrimas de Crocodilo (live)
2. Eduardo Dusek – Barrados no Baile
3. Blitz – Você Não Soube Me Amar
4. Barão Vermelho – Vou Apertar (Mas Não Vou Acender Agora)
5. Magazine – Eu Sou Boy
6. Tim Maia – Gostava Tanto de Você
7. Gabriel o Pensador – Festa da Música Tupiniquim
8. Ed Motta – Vamos Dançar
9. Barão Vermelho – Pense e Dance
10. Jorge Benjor – Fio Maravilha
11. Pepeu Gomes – Masculino e Feminino
12. Rosana – Como Uma Deusa
13. Sidney Magal – Santa Rosa Madalena
14. Angélica – Vou de Táxi
15. Almir Rogério – Fuscão Preto
16. Xuxa – Ilariê

Mais um:

1. Technotronic – Pump Up the Jam
2. The Bangles – Walk Like an Egyptian
3. The Police – De Do Doo Doo
4. The Police – Message in a Bottle
5. The Police – Walking on the Moon
6. The Pretenders – Middle of the Road
7. UB40 – Baby I Love Your Way
8. Wham! – Wake Me Up Before You Go-Go
9. Ace of Base – All That She Wants
10. Ace of Base – Don’t Turn Around
11. Dire Straits – Money for Nothing
12. Dire Straits – Sultans of Swing
13. Dire Straits – Walk of Life
14. Fine Young Cannibals – She Drives Me Crazy
15. George Michael – I Want Your Sex
16. Jimmy Cliff – I Can See Clearly Now
17. Jimmy Cliff – Reggae Night

E ainda:

1. Kenny Loggins – Footloose
2. Kiss – I Wanna Rock and Roll All Night
3. Lionel Ritchie – All Night Long
4. Madonna – Holiday
5. Madonna – Like a Virgin
6. Michael Jackson – Billie Jean
7. Pet Shop Boys – Always on My Mind
8. Pet Shop Boys – Domino Dancing
9. Pet Shop Boys – It’s a Sin
10. Pet Shop Boys – Se a Vida É
11. The Pretenders – Back on the Chain Gang
12. Queen – Crazy Little Thing Called Love
13. Seal – Crazy
14. Simply Red – Something Got Me Started
15. Simply Red – The Right Thing

O de forró e sambinhas era quase todo Falamansa, Rastapé e Zeca Pagodinho. Destaque pra um mix do Rastapé: Forró em Limoeiro, Comadre Sebastiana, a Ema do Fulano (esqueci o nome). O-TE-MA.

Os de música anos 70 estão no carro, se eu lembrar de trazer pra casa ponho aqui.

Enquanto isso…

… os argentinos ainda acham que homem de cabelo comprido é lindo. Socorro.

Me dá o Giani da squadra azzurra de vôlei que eu fico contente.