Minhas primeiras impressões sobre a nova novela das oito: a trilha sonora nacional é de dar dó de tão ruinzinha; a Vera Fischer tá cadeiruda, com os braços gordos, flácidos e celulitosos e uma franja absolutamente inadequada à sua idade cronológica; não é por ser minha xará não, mas a Letícia Sabatella é bonita pra caramba, e tá trabalhando direitinho; eu quero conhecer o Marrocos.
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Há um tempo atrás eu
Há um tempo atrás eu e Djésmine vivenciamos uma experiência sobre a qual eu esqueci de comentar. Cenário: Olaria, varanda do Alexandre. Eu e Djésmine esperando nem lembro o quê, debruçadas na varanda, conversando. Na casa ao lado, uma festa de aniversário daquelas de subúrbio, animadérrima, o povo sacudindo o esqueleto e comendo no quintal. Aí me pára na calçada uma Fiorino ou coisa que o valha, com sirene, luzes, e bolas de festa penduradas, tocando música de aniversário. De dentro me sai um ser obeso, de calça corsário obviamente totalmente inadequada à sua estética corporal, CHINELO DE DEDO, cabelos gordurosos, camiseta básica, com um microfone na mão. Chama a aniversariante, que se não me engano se chamava Joana, e começa com aqueles textos repetitivos de aniversário (há … primaveras nascia …, hoje aqui, rodeado (a) de amigos, querido (a) por todos, blah blah), obviamente com uma dose extra de cafonice (atente para o Kenny G no fundo). Juntou uma rodinha de convidados na calçada; o microfone foi parar na mão da Joana, que agradeceu e coisa e tal; depois passou pra outros convidados, cada discurso mais horrendo que o outro. Depois a gorda do microfone falou lá mais qualquer coisa, ligou as luzes do carro, tocou mais parabéns, foi um coro geral de “Aêeeeee Joanaaaaaaa”, ao qual eu, Djésmine e todos os vizinhos se juntaram, e depois acabou a coisa. Eu e Djésmine ficamos curtindo aquele Momento Subúrbio assim meio estarrecidas, ainda dando tchau pra Joana, boa companheira, ninguém pode negar.
Fico imaginando eu recebendo um presente de grego desses. Não só eu fugiria pelos fundos como posteriormente botaria chumbinho no café de quem tivesse me mandado.
Tudo bem, a Telemar é
Tudo bem, a Telemar é aquilo tudo que a gente já conhece, blah blah blah, mas os comerciais deles são lindos :) Fotografia bonita, textos bonitos. Esse último que tá passando direto, um forrozinho, é uma delícia!
Pena que é propaganda enganosa.
Ontem vi Celebrities, do Woody
Ontem vi Celebrities, do Woody Allen, na TV. Cara, podem me chamar de herege, podem me jogar tomates, mas putz, QUE FILME CHATO! Coisa mais chata aquele bando de gente falando ao mesmo tempo, e todo mundo gaguejando, todo mundo falando a coisa errada na hora errada do jeito errado pra pessoa errada! Que porre! Detesto filme com gente neurótica gaguejante, me deixa estressadérrima. Só vale mesmo a fotografia.
Fico chateada quando vejo um filme frustrante assim, viu…
Emitimos nossas passagens hoje. Dá
Emitimos nossas passagens hoje. Dá até frio na barriga :) Acabou que, apesar de eu e Valéria sairmos daqui em vôos diferentes, e com escalas diferentes (eu paro em Lisboa, ela em SP e Munique), vamos chegar a Roma com quinze minutos de diferença. E vamos fazer a primeira parte da volta (Roma – Frankfurt) juntas, antes de mudarmos de avião de novo. Não é lindo? Se eu fosse esotérica diria que o universo conspira a nosso favor.
Eu sou aquele tipo de
Eu sou aquele tipo de pessoa que anda na rua trombando com todo mundo. Eu juro que não é de propósito! Sabe quando você vai indo numa direção, tem alguém vindo na outra direção, você não sabe pra que lado tem que desviar, a outra pessoa também não, e no final os dois desviam pro mesmo lado e acabam se trombando? Pois é, eu sou a outra pessoa, aquela que sempre desvia pra mesma direção que você :) Chata, né?
Dizem que trabalhar enobrece o
Dizem que trabalhar enobrece o homem, tem toda aquela história da cigarra e da formiga, e coisa e tal, e tem dias que eu até concordo – quando fico muito tempo sem fazer nada útil eu fico deprimida – mas também tem dias que dá vontade de mandar a formiga pra p*****! Pô, mais de 7 horas traduzindo um troço chato pra cacete, um contrato pentelho cheio de cláusulas idiotas mal escritas pra caramba, haja saco! Se eu vir mais um ‘herewith’ ou ‘aforementioned’ na minha frente, EU MATO UM!
Sábado, já começando a esfriar,
Sábado, já começando a esfriar, fomos ver um balé da Tailândia no João Caetano. Muito gracioso, leve, bonito mesmo – mas, confesso, depois de dez minutos aquela música hipnótica já tava me dando nos nervos! Não tenho muita paciência pra essas coisas delicadas não. Mas pelo menos foi um programa diferente, meio exótico, e engraçado (o apresentador falava coisas como ‘o nordeste de Tairândia’ e ‘a região sudeste da Tairândia’ como se isso fizesse algum sentido pra platéia), e deu pra dar uma relaxada. De vez em quando é bom fazer um programinha mais assim cultural.
Mudando de água para chocolate… Caramba, como eu queria morar numa casa! Putz! Como me faz falta sair de casa e ter um quintal, rolar na grama brincando com meu cachorro (eu já mencionei o fato de que ele é um espetáculo de cachorro?), sentar à noite no sereno, botar uma rede na varanda… Pô, é muito chato morar em apartamento, vou te contar! Há anos que eu tenho vontade de morar em uma casa, e a idéia geral da casa é sempre mais ou menos a mesma coisa, só varia a localização (desde que em um lugar fresquinho, meu limiar de tolerância ao calor é muito baixo). Ultimamente venho tendo essa idéia de que um dia vou morar num rancho na Nova Zelândia, criando carneiros.
Adoro esse friozinho… Me sinto
Adoro esse friozinho… Me sinto tão civilizada.
Andei lendo umas opiniões da
Andei lendo umas opiniões da galera por aí, depois conversei com minha mãe, que é professora de História, depois pensei um pouquinho, e… Bom, não cheguei a conclusão nenhuma. Eu acho que, quando dizem que eles “mereceram”, não é exatamente no sentido de merecer a morte de milhares de pessoas – é de merecer um choque, uma pisada no calo, uma demonstração de que os EUA não são invulneráveis, e de que o mundo cansou de trabalhar pra eles. Claro que terrorismo, assassinato em massa e indiscriminadamente, não é, de forma alguma, o modo de demonstrar isso. Assim como assassinato em massa e indiscriminadamente por AIDS na África, por causa desses IMENSOS filhos da puta que são as indústrias farmacêuticas (americanas, por sinal); a escravidão nos tigres asiáticos pra produzir Nikes (empresa americana, por sinal); e outras dezenas de exemplos de opressão – inclusive o Brasil, já que todos sabemos que nós, assim como todo o resto do planeta, somos o quintal dos EUA – também não são exatamente um orgulho pra raça humana. A diferença é que a opressão econômica dos EUA é que nem cigarro, vai matando aos pouquinhos, e por isso não choca tanto.
Eu tenho amigos em NY, e quase infartei quando vi aquilo na TV. É monstruoso. Mais monstruoso ainda é pensar que o homem que manda no planeta é essa anta do Bush, e que a provável merda resultante disso tudo ainda vai durar muito tempo. Também acho, assim como a Newlands, que nada justifica guerra. Mas estudando História a gente se lembra de que não temos inimigos naturais, estamos no topo da cadeia alimentar, e sem guerras ou pestes ocasionais, que são cíclicas e absolutamente inevitáveis, a coisa estaria bem pior. Tem gente demais nesse planeta. Aliás, eu acho que o problema do planeta é ter gente, ponto. Há anos que eu venho dizendo que a evolução deveria ter parado nos briófitos e pteridófitos. No máximo uma amebinha básica, que morre logo e não tem nem tempo de fazer cagada. O ser humano foi uma péssima, PÉSSIMA invenção. Se é que foi Deus quem criou a gente, mandou malzão.