Sábado, já começando a esfriar, fomos ver um balé da Tailândia no João Caetano. Muito gracioso, leve, bonito mesmo – mas, confesso, depois de dez minutos aquela música hipnótica já tava me dando nos nervos! Não tenho muita paciência pra essas coisas delicadas não. Mas pelo menos foi um programa diferente, meio exótico, e engraçado (o apresentador falava coisas como ‘o nordeste de Tairândia’ e ‘a região sudeste da Tairândia’ como se isso fizesse algum sentido pra platéia), e deu pra dar uma relaxada. De vez em quando é bom fazer um programinha mais assim cultural.
Mudando de água para chocolate… Caramba, como eu queria morar numa casa! Putz! Como me faz falta sair de casa e ter um quintal, rolar na grama brincando com meu cachorro (eu já mencionei o fato de que ele é um espetáculo de cachorro?), sentar à noite no sereno, botar uma rede na varanda… Pô, é muito chato morar em apartamento, vou te contar! Há anos que eu tenho vontade de morar em uma casa, e a idéia geral da casa é sempre mais ou menos a mesma coisa, só varia a localização (desde que em um lugar fresquinho, meu limiar de tolerância ao calor é muito baixo). Ultimamente venho tendo essa idéia de que um dia vou morar num rancho na Nova Zelândia, criando carneiros.