Momento anti-religioso i’ve been to

Momento anti-religioso

i’ve been to pretty buildings
all in search of you
i have lit all the candles
sat in all the pews

the desert had been done before
but i didn’t even care
i got sand in both my shoes and
scorpions in my hair

i saw that
oh the distance is not do-able
in these bodies of clay my brother
oh the distance, it makes me uncomfortable
guess it’s natural to feel this way

let’s hold out for somethin’ sweeter
spread your wings and fly

my car became the church, and i
the worshipper of silence there
in a moment peace came over me
and the one who was beatin’ my heart appeared and…

oh the distance is not do-able
in these bodies of clay my brother
oh the distance, it makes me uncomfortable
guess it’s natural to feel this way

oh, are we locked into these bodies?
are we anything at all
let’s hold out for something sweeter
spread your wings and fly

this distance is dreamin’
we’re already there tonight

— The Distance, Live – do (excelente) álbum The Distance to Here
(letras de Edward Kowalzyk – responsável por vocais, guitarra, letras, melodias, e uma das melhores vozes que eu já ouvi)

Amanhã tem mais Live.

Hoje tava em casa de

Hoje tava em casa de manhã, tomando coragem pra traduzir um troço chato aqui, e vendo o National Geographic Channel. Me aparece a história de um tibetano que, para se redimir dos erros de seu pai (a maluquice já começa por aí… se a culpa é do pai, por que ele tem que se sacrificar?), que abandonara a família muito cedo, ANDOU 2 mil quilômetros, durante mais de dois anos, até Lhasa – com um detalhe: a cada 3 passos ele se prostrava no chão e fazia uma oração a Buda. Acompanhando a figura, a coitada da mãe, a coitada da irmã e o coitado de um burro de carga. No caminho, iam comendo cogumelos silvestres, coisas que as pessoas davam a eles, carne seca de iaque e uma “iguaria” tibetana feita de farinha e manteiga de iaque (diliça…). Fiquei pensando, “putz, que força de vontade…”. Depois pensei: “putz, que DESPERDÍCIO de força de vontade!” Eu acho que esforço mal direcionado, sem um propósito claro, não tem valor nenhum. Minha mente científica e racional não entende o que se ganha com esse tipo de sacrifício, ainda mais assim, voluntário – e arrastando outras pessoas que nâo têm bissolutamente nada a ver com o problema. O que se aprende numa situação dessas? Que cogumelo silvestre é ruim pra caramba? Que estrume de iaque é bom combustível pra fogueira? Que andar por mais de dois anos seguidos acaba com os pés de uma criatura? Sei lá, acho isso tudo muito, MUITO estranho, e absolutamente sem sentido.

Fora que, na boa, NADA nesse mundo justifica mais de dois anos sem tomar banho.

Estou TODA picada de mosquito,

Estou TODA picada de mosquito, absolutamete toda, incluindo o couro cabeludo e um dedo mindinho da mão. Terça-feira passada, na casa da Newlands, fui mordida por um Aedes aegyptis, os sintomas devem aparecer no máximo até amanhã. Confio nos meus leucócitos.

***

Mudando radicalmente de assunto e correndo o risco de ser linchada… Eu tava achando maneiro ter brasileiros competindo nas Olimpíadas de Inverno, mas depois que vi o desempenho da galera, só me veio um pensamento na cabeça: que vergonha. Agora me diz: o que é que esse povo foi fazer lá? Gente absolutamente amadora e destreinada, foi lá só pagar mico e ser reconhecido pela mãe que não via há sei lá quantos anos (aliás, coitado do menino, chorou tanto, eu quase chorei também quando vi). Eu sou da opinião de que tem certo tipo de coisa que, se não der pra fazer direito, é melhor não fazer. Esses bananas não têm capacidade nem pra competir, foram fazer o QUÊ lá, alguém me explica? E já vou logo dizendo: ‘espírito olímpico’ é papo de Esporte Espetacular. Esse negócio de que o importante é competir é uma das muitas hipocrisias humanas que me irritam profundamente.

E eu, inocentemente mudando de

E eu, inocentemente mudando de canal repetidamente, fui parar no Game Big Brother Brasil do Multishow. A pergunta era, quantos foram os trabalhos de Hércules? Mó galera não sabia. Isso é que dá não ler Monteiro Lobato.

Que, por sinal, é exatamente o que eu estou lendo, o Primeiro Tômo (adoro esse acento velho!) dos Doze Trabalhos de Hércules, com a Emília dando pitaco em tudo. Muito bom :)

Agora dá licença que vou ali fritar peixe pro meu irmão e dar banho no cachorro. E quem cantar Amélia vai apanhar.

Tava vendo uma ‘reportagem’ do

Tava vendo uma ‘reportagem’ do VideoShow sobre altura dos artistas (é, eu sei que ando vendo muita TV ultimamente)… Perguntaram pra galera se gostavam de ser altos e coisa e tal. Pergunta idiota, é claro que é bom ser alto! Eu, que só tenho 1,69 m, já me acho meio altinha e ADORO – queria até ser maior, quando uso plataforma me sinto esplendorosésima. Sempre tive uma certa pena daquelas pessoas *realmente* microscópicas que passam absolutamente despercebidas no mundo, que têm que ficar se segurando lá embaixo nos ferros do metrô porque a parte de cima tá cheia de mãos das pessoas mais altas, que têm que pedir ajuda pra puxar a cordinha no ônibus… Deve ser meio chato.

Eu ODEIO o Downtown. Nunca

Eu ODEIO o Downtown. Nunca consigo achar nada, nem mesmo meu carro na hora de ir embora. E nem a saída – sempre vou parar num outro estacionamento subterrâneo longínquo. E não vem dizer que é coisa de mulher que não tem noção de espaço não, a coisa é mal sinalizada pra caramba mermo.

E a Lagoa ainda tá com aquele cheiro de xêpa da feira (escrevi certo? existe uma grafia certa?)

beijos beijos beijos! Amo tudo e todos.