Mas espere! Ainda há esperança! Enquanto Paulo Coelho não for eleito pra ABL, há esperança! I will survive!
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A existência de filhos da
A existência de filhos da puta desse nível (políticos, pediatras que abusam de seus pacientes, políticos, de forma geral a galera que está no comando – de qualquer coisa – e que sempre dá um jeito de roubar alguma coisa, políticos, motoristas de ônibus, políticos, mães repressoras/opressoras/causadoras de baixo-astral intenso, políticos, fabricantes de cigarros e traficantes de drogas, políticos, etc) é um dos inúmeros motivos pelos quais não acredito em Deus.
A minha vontade é pegar esse povo todo e bater com a cabeça deles na parede tipo um milhão de vezes. Aquelas paredes de chapisco, sabe, daqueles cheios de pontas. Que além de causar contusão causaria também abrasões, com um pouco de sorte, bem profundas.
Matrix é a única explicação sensata, já cheguei a essa conclusão.
Escândalo na fundação Pró-Uni-Rio. O
Escândalo na fundação Pró-Uni-Rio. O dinheiro que iria, entre outras coisas, pra reforma do Instituto Biomédico foi transformado em viagens pra galera.
Na minha época de faculdade, o elevador do prédio do Instituto Biomédico (que, aliás, é um prédio arrendado e não pertence à universidade) se chamava Morte Lenta. Faltava material de absolutamente tudo (a única coisa que a gente tinha era cadáver pros alunos dissecarem, coisa rara hoje em dia. Não vou me admirar nada se descobrirem que os cadáveres foram roubados ou comprados ilegalmente e tal). O piso do elevador do Gaffrée, nosso hospital universitário, já caiu algumas vezes. Eu já tive que engolir a vergonha e pedir pra família de um paciente comprar penicilina, porque o hospital não tinha. Uma ampolinha de penicilina deve custar o mesmo que uma meia dúzia de balas Juquinha.
Como diria o Dudu, tudo fez sentido.
Amanhã vou-me embora de novo.
Amanhã vou-me embora de novo. Vamos ver até quando vou ficar (leia-se, até quando meu dinheiro vai durar). Não vai dar pra levar o Legolas – digamos que o preço de 17 dólares por quilo é meio pesadinho – mas o tempo dirá o que vai rolar.
Ontem fiz exames de sangue, pra detectar doenças reumáticas. ACHO BOM não dar nada. Doença reumática sucks, cara. É como uma alergia a você mesma (nem precisa dizer que a imensa maioria dos pacientes é mulher).
TUDO FEZ SENTIDO!
Hoje tive minha primeira experiência
Hoje tive minha primeira experiência ‘do outro lado’, leia-se, fui operada pela primeira vez na vida. Eu, que quase nunca fico doente, não tenho nem obturações, ou seja, nunca tinha sido paciente, fui operada hoje, de varizes (ô coisa de pobre)… Lá fui eu, em jejum (nunca tinha feito jejum, em geral eu como muito antes da fome aparecer), botar aquele aventalzinho ridículo, aquela touquinha que eu só usei quando dava plantão, a equipe falando comigo como se eu fosse uma criança (‘Vamos botar os sapatinhos?’ ‘Vai doer um pouquinho, tá?’ ‘Você vai sentir um soninho, tá?’)… Furam minha mão, não sem um pouco de dor (minha veia é meio danada), me botam de bruços (…) naquela mesa cirúrgica estreita (ou sou eu que estou gorda?), aqueles apoios pros braços que me deixam meio que crucificada… Aquele iodo gelado nas pernas, depois injetam um negocinho no soro (sempre odiei anestesio), e depois não lembro de mais nada.
Acordo meio grogue, no quarto, às gar-ga-lha-das! Toca o celular, minha mãe atende, é minha chefe. Minha mãe pergunta se eu posso falar, minha resposta é uma risada. Mais tarde, quando acordo de vez, minha mãe me diz que eu gargalhei por uns dez minutos sem parar.
Tem gente que enjoa da anestesia, eu gargalho :)
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Ser médica (ainda que pseudo) tem essa enorme vantagem: saber, pelo menos razoavelmente, o que estão fazendo com você é MUITO tranqüilizante. Ser tratada com ‘inhos’ e ‘tá?’ pela equipe é inevitável, mas pelo menos não me tratam como imbecil, o que já é um grande avanço.
Ai, tá chegando a hora
Ai, tá chegando a hora de ir embora, tá me dando um medinho…
Um medão.
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Quem tiver alguma dica pra me dar sobre levar cachorro em viagem de avião, por favor me dê uma luz! Estou precisando de dicas, tips, bizus, mumunhas, esquemas, etc.
O Bradesco é um banco
O Bradesco é um banco absolutamente AS-QUE-RO-SO.
E aqui estou eu, cheirando
E aqui estou eu, cheirando a filtro solar, suada, cansada, irritada (o calor me irrita muitíssimo, a você também?). Não canso de repetir: só não entende quem não quer que é impossível ser desenvolvido e tropical ao mermo tempo.
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No dia em que os fumantes forem tratados como os idiotas que são, o mundo será muito melhor.
(Comentário revoltado após sentir cheiro de cigarro nos cabelos recém-lavados)
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Banho tomarei para limpa ficar, porque hoje tem gente a me esperar!
beijos :)
Vai ver é meu complexo
Vai ver é meu complexo de inferioridade, mas eu não tenho nenhuma dificuldade em aceitar o fato de que ninguém tem a obrigação de gostar de mim (embora digam que eu sou uma menina legal e engraçada). Esse pedaço de White Teeth (Zadie Smith; bem legal e sarcástico e corrosivo, bem do jeito que eu gosto) me fez lembrar da Patricia Penta, que deixou de falar *comigo* porque o cara por quem ela estava interessada estava interessado em mim – sem que eu soubesse de nada.
Enfim.
(…) You see, Millat did not love her. And she thought Millat didn’t love her because he couldn’t. She thought he was so damaged, he couldn’t love anybody any more. She wanted to find whoever had damaged him like this, damaged him so terribly; she wanted to find whoever had made him unable to love her.
It’s a funny thing about the modern world. You hear girls in the toilets of clubs saying, ‘Yeah, he fucked off and left me. He didn’t love me. He just couldn’t deal with love. He was too fucked up to know how to love me.’ Now, how did that happen? What was it about this unlovable century that convinced us we were, despite everything, eminently lovable as a people, as a species? What made us think that anyone who fails to love us is damaged, lacking, malfunctioning in some way? And particularly if they replace us with a god, or a weeping madonna, or the face of Christ in a ciabatta roll – then we call them crazy. Deluded. Regressive. We are so convinced of the goodness of ourselves, and the goodness of our love, we cannot bear to believe that there might be something more worthy of love than us, more worthy of worship. Greeting cards routinely tell us everybody deserves love. No. Everybody deserves clean water. Not everybody deserves love all the time.
Millat didn’t love Irie, and Irie was sure there must be somebody she could blame for that (…)
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olho agora pela janela e
olho agora pela janela e vejo uma lua absolutamente fenomenal, embora encoberta de nuvens depressivas
adoro lua cheia
adoro lua cheia.