Bom, o balé é de

Bom, o balé é de uma beleza indescritível, e graças aos desenhos animados conhecemos praticamente tudo de Tchaikowsky. Infelizmente, atrás de mim estava um senhor tuberculoso que tossia sem parar, e na minha frente um monstrinho em forma de menina, uma jamantinha mal-educada que não parava de botar balinha na boca da mãe (como se ela precisasse de mais glicose naquele corpanzil), em cujo momento seu braço roliço ficava bem no meu campo de visão; não satisfeita, aplaudia que nem o golfinho flipper; falava alto e comia chocolatinhos. Um saco. Quem não sabe educar seus monstrinhos, deixe-os em casa.

Duas coisas que eu reparei:

Duas coisas que eu reparei: tinha um bailarino mulatão (elegantérrimo, pena que tinha um dos papéis pequenos), e as nossas bailarinas todas têm corpo de Carla Perez! Assim realmente fica complicado; num dá pra fazer papel de cisne direito com aquelas tala-largas de pernas. E tinha uma que ainda por cima era gordinha! Quando ela entrou no palco o pensamento que me veio à mente foi, ‘ainda bem que eu larguei o balé a tempo de evitar um mico desses’. Nada contra gordinhas, afinal de contas, quem sou eu pra criticar, mas, como dizia nossa professora Martinha de Português no colégio, lé com lé, cré com cré. Gordota fazendo papel de cisne gracioso? Achei engraçado, mas enfim. Pelo menos ela é mulher de verdade, e não mulher-fiapo-que-não-menstrua.

Realmente, quem nasceu pra Jucimara

Realmente, quem nasceu pra Jucimara não chega a Svetlana… Putz, a mulher deu um banho! O Lago dos Cisnes já é um dos balés mais lindos do mundo, e com uma intérprete daquelas, caramba… As outras cisnezinhas, tadinhas, ficaram meio que no chinelo. Agora, o garoto não, o tal Thiago (o que ganhou medalha de ouro no concurso internacional em Moscou esse ano), o garoto é um espetáculo! Foram aplaudidíssimos, de pé, comme il faut.

Fridays are Headache Days. As

Fridays are Headache Days. As I sit here at work downtown, waiting for a student to call me and give me her new address (and hopefully to cancel today’s lesson), my head throbbing and my feet hurting (new shoes. red and lovely, but they’re ruining my feet.), I wonder WHAT THE FUCK I’M DOING HERE. I mean, our lifestyle is so pathetic. I remember this enlightening moment Dad and I had the other day, while sitting in the car, waiting to park somewhere in a mall, car fumes everywhere, hot as hell, both of us tired after a hard day’s work. We looked at each other and telepathically decided to leave before we went mad. Wise decision. I feel pretty much the same way right now – why am I here? What am I accomplishing? Why am I killing myself at work, staying up late and waking up early, no time to exercise, or to read a book except in the subway, or to just sit down and watch a movie? What for? To save money, you’d say, and yes, that’s true, alas, I wouldn’t be going to Italy in two weeks if I hadn’t saved money. Or maybe I would? Some people are always broke, and somehow they always seem to be doing something interesting. My life right now is soooo far from interesting. And I don’t even have someone to complain to, to ask for a backrub, to cook for, to be a companion to. I feel absolutely lost, without any clear clue of what to do, except that I know that I MUST do something soon or I’ll snap. Life can’t be this useless, come on, there’s got to be a purpose for all this!

I *am* going to a ballet tonight, and that’s a comforting thought, especially ‘ cause this time I’m not going alone. Being alone sucks sooo very much. Sometimes I like to tell myself that one gets used to loneliness, but I’m not very good at convincing people.

But we’ll see what the tide brings. Italy is near, and so (hopefully, oh please please) is NYC.

Eu sei que parece papo

Eu sei que parece papo de maluco, mas eu adoro o Telecurso 2000! As aulas de História e Português são tudo na vida, e se eu tivesse aprendido Matemática daquele jeito não teria hoje a numerofobia que me assola e me impede de entender coisas simples como uma prova ter peso um ou peso dois, ou mesmo fazer regra de três.

Minhas primeiras impressões sobre a

Minhas primeiras impressões sobre a nova novela das oito: a trilha sonora nacional é de dar dó de tão ruinzinha; a Vera Fischer tá cadeiruda, com os braços gordos, flácidos e celulitosos e uma franja absolutamente inadequada à sua idade cronológica; não é por ser minha xará não, mas a Letícia Sabatella é bonita pra caramba, e tá trabalhando direitinho; eu quero conhecer o Marrocos.

Há um tempo atrás eu

Há um tempo atrás eu e Djésmine vivenciamos uma experiência sobre a qual eu esqueci de comentar. Cenário: Olaria, varanda do Alexandre. Eu e Djésmine esperando nem lembro o quê, debruçadas na varanda, conversando. Na casa ao lado, uma festa de aniversário daquelas de subúrbio, animadérrima, o povo sacudindo o esqueleto e comendo no quintal. Aí me pára na calçada uma Fiorino ou coisa que o valha, com sirene, luzes, e bolas de festa penduradas, tocando música de aniversário. De dentro me sai um ser obeso, de calça corsário obviamente totalmente inadequada à sua estética corporal, CHINELO DE DEDO, cabelos gordurosos, camiseta básica, com um microfone na mão. Chama a aniversariante, que se não me engano se chamava Joana, e começa com aqueles textos repetitivos de aniversário (há … primaveras nascia …, hoje aqui, rodeado (a) de amigos, querido (a) por todos, blah blah), obviamente com uma dose extra de cafonice (atente para o Kenny G no fundo). Juntou uma rodinha de convidados na calçada; o microfone foi parar na mão da Joana, que agradeceu e coisa e tal; depois passou pra outros convidados, cada discurso mais horrendo que o outro. Depois a gorda do microfone falou lá mais qualquer coisa, ligou as luzes do carro, tocou mais parabéns, foi um coro geral de “Aêeeeee Joanaaaaaaa”, ao qual eu, Djésmine e todos os vizinhos se juntaram, e depois acabou a coisa. Eu e Djésmine ficamos curtindo aquele Momento Subúrbio assim meio estarrecidas, ainda dando tchau pra Joana, boa companheira, ninguém pode negar.

Fico imaginando eu recebendo um presente de grego desses. Não só eu fugiria pelos fundos como posteriormente botaria chumbinho no café de quem tivesse me mandado.

Tudo bem, a Telemar é

Tudo bem, a Telemar é aquilo tudo que a gente já conhece, blah blah blah, mas os comerciais deles são lindos :) Fotografia bonita, textos bonitos. Esse último que tá passando direto, um forrozinho, é uma delícia!

Pena que é propaganda enganosa.