Como se já não me bastassem as sarnas que tenho pra me coçar, arrumei outra. Aceitei trabalhar também praquela escola de Foligno. Não gosto da dona, mas gosto do fato de que eles fazem parte de uma cadeia, que obedecem à sede em Milão, que por sua vez obedece ao British Council. Seguem o European Framework pra línguas e usam livros legais. A escola fica em uma casa, e não em um prédio de escritórios. Até aí tudo bem, só que fica em Foligno, que é MUITO fora de mão pra mim, já que toda a minha vida (e a do Mirco) está organizada na outra direção, de Ponte San Giovanni e Perugia. Mas eles pagam bem, me dão um contrato melhor e me fazem trabalhar quatro horas seguidas por dia, coisa que com a AISIL não consigo porque meus horários são todos esburacados.
Que horas eu vou estudar, comer, dormir e fazer cocô, eu não sei. Mas a gente dá um jeito.