Parabéns pra flabb, que faz aninhos hoje! E que eu encontrarei em Paris, claro. Gente chique é outra coisa.
Parabéns pra flabb, que faz aninhos hoje! E que eu encontrarei em Paris, claro. Gente chique é outra coisa.
Botei mais um dia da saga toscana ali no mes de junho, notaram?
Botei mais um dia da saga toscana ali no mes de junho, notaram?
eles estão chegando
Desconheço as razões, mas nesse verão, além da já clássica invasão da Itália por parte de sandalhudos turistas alemães, estamos assistindo à chegada de uma verdadeira horda de holandeses. Passeando pelas ruas de Santa Maria eu quase quase penso que estou em Rotterdam, pela quantidade de carros com placa NL que se vêem. Tal onda migratória de veraneio só pode ser comparada às multidões de italianos que todo ano invadem a Espanha ou os resorts de Sharm-el-Sheik, no Egito.
Nada contra, muito pelo contrário. Os holandeses são simpaticíssimos, ao contrário dos alemães e, igualmente ao contrario dos alemães, falam Inglês muito bem, obrigada. São menos zuras também, gastam mais nas lojas. Nós amamos os holandeses.
Momento super diarinho
Eu acho que sempre comi bem. Meu problema com o peso sempre foi relacionado à quantidade, e não à qualidade. Lá em casa nunca rolou muita fritura, refrigerante só quando vinha visita e assim mesmo às vezes estragava (vocês não querem saber o aspecto que tem uma garrafa de Sprite que passou do prazo de validade há um ano), de doce eu só como chocolate e sorvete, mas a gente quase nunca comprava…
Eu sou chata pra comer. Apesar de ter melhorado muito desde que vim pra cá, ainda gosto de relativamente poucas coisas. Como verduras e legumes por obrigação moral, mas nunca tive sonhos eróticos com um prato de alface com tomate. Mas pelo menos não sou doida por besteira. Prefiro um bom e simples prato de pasta a qualquer cheeseburger ou pizza gordurosa.
Mas falei de tudo isso porque acabei de sair do banho depois da corrida matinal, e estou saboreando um copinho de iogurte natural desnatado com uma colherzinha de mel. Combinação imbatível. São duas das coisas das quais gosto mais, em termos de comida.
AMO mel. Puro, com banana amassada, com iogurte, com morangos. Só não gosto de mel substituindo o açúcar, mas fora isso, como vier eu encaro. Mas eu não entendo nada do assunto e não consigo sentir na língua a diferença entre mel de acácia, de castanheira, de laranjeira, de mil flores… Aqui no supermercado a variedade é enorme, cada planta estranha, combinações malucas de óleos essenciais, uns mais escuros e densos, outros mais claros e líquidos. Como pra mim é tudo mais ou menos igual, compro sempre o millefiore, que custa menos.
E o iogurte? Com fruta, sem fruta, desnatado, integral, não tem problema. Há anos uso iogurte natural como substituto do creme de leite pra salada de macarrão, pra recheio de quiche, pra acompanhar o quibe quando não há coalhada disponível. Acho muito, mas muito mais gostoso do que creme de leite, e as vantagens pro organismo são tão óbvias que nem vou ficar aqui falando. E o melhor de tudo é que, no supermercado de mendigo onde compramos água mineral, atum e Coca-Cola em lata, eu descobri uma marca de iogurte desnatado tabajara que eu não tenho a menor idéia de onde é produzido, e custa a bagatela de 0,15 centavos por copinho. Compro a embalagem de 8 e faço a festa.
Menu do almoço de hoje:
Filezinhos de vitela na chapa
Berinjela e abobrinha na wok com um fio de azeite e salsinha, cenoura e batata no vapor
Salada de alface da horta da Arianna com tomate-cereja e pepino da horta da Arianna (essa vai pro Mirco porque eu odeio tomate cru e tenho verdadeiro horror a pepino)
Aliás, tá na hora de dar um pulo em S. Maria visitar meu cachorro, que ontem eu não vi, e fazer compras na fruttivendola da praça, a Rita, que é um amor e tem legumes e frutas deliciosas. Lista de compras pra Rita:
Berinjela boa pra grelhar
Maçãs Fuji da Argentina, que semana passada estavam ótimas
Batatas (as da Arianna só vão ser colhidas daqui a duas semanas)
Duas bananas (compro só duas de cada vez porque amadurecem super rápido e detesto banana passada)
Funcho, pro Mirco
Cenoura e salsão que ela dá de brinde pros clientes
Lista de “compras” pra Arianna:
Alface da horta
Ovos frescos
Mais pepinos da horta
Mais tomatinhos da horta
Mais vagem da horta, que eu AMOOOOO
Mais cebola da horta
Salsinha da horta
Mais abobrinha da horta que hoje detono o pedacinho que sobrou de ontem
Lista do supermercado de mendigo (leia-se Penny Market, onde os imigrantes fazem compras):
Coca-cola em latinha, que custa uma titica
Barrinhas de cereal importadas da Alemanha, baratinhas e deliciosas
Guardanapos coloridos, igualmente baratinhos e fofos
Iogurte desnatado tabajara
**
Postzinho chato, né? Deu vontade de ser bobinha hoje.
Só deu Brasil na parte de esportes dos telejornais de hoje (boto no plural porque TODOS os telejornais de todos os canais usam as mesmas filmagens e os mesmos textos, só mudam os apresentadores. O que vi no Studio Aperto Sport com certeza vai aparecer mais tarde nos outros telejornais esportivos). Falaram bem da seleção de vôlei, favorita per i prossimi giochi olimpici, dos gols do goleiro do São Paulo, fizeram entrevista com Kaká (que é amadíssimo aqui), falaram dos resultados da Copa América e da rivalidade Brasil x Argentina, falaram do Wanderley Luxemburgo.
Tamos na moda, tamos na moda.
**
Enquanto isso…
A sessão ignorance-related misunderstandings continua no Orkut. A última novidade foi ser acusada de ter feito chacota e de não ter sido polida quando falei que o vizinho coreano da Hunka cozinhava algo que fedia muito. Igualzinho à história de Berlim. O vizinho coreano da Hunka cozinhava algo que fedia muito, leia-se eu odeio todos os coreanos, quero que eles morram, são todos fedorentos, a cozinha coreana é uma merda.
Depois dizem que eu sou intolerante. Não dá vontade de jogar uns napalmzinhos aqui e ali, de vez em quando? Pelo menos pra exterminar os assassinos de espaço depois da vírgula, os adeptos da vírgula entre sujeito e predicado, os conclusion-jumpers, os mal-humorados crônicos, os generalizadores em estado terminal que pululam na internet?
Aguardem o próximo insulto original e criativo. Ali do lado de Odiei Berlim, logo meu diploma foi comprado já já vai aparecer outra frase de impacto. Tipo, o vizinho coreano da Hunka cozinhava algo fedido, logo não sou polida.
Só deu Brasil na parte de esportes dos telejornais de hoje (boto no plural porque TODOS os telejornais de todos os canais usam as mesmas filmagens e os mesmos textos, só mudam os apresentadores. O que vi no Studio Aperto Sport com certeza vai aparecer mais tarde nos outros telejornais esportivos). Falaram bem da seleção de vôlei, favorita per i prossimi giochi olimpici, dos gols do goleiro do São Paulo, fizeram entrevista com Kaká (que é amadíssimo aqui), falaram dos resultados da Copa América e da rivalidade Brasil x Argentina, falaram do Wanderley Luxemburgo.
Tamos na moda, tamos na moda.
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Enquanto isso…
A sessão ignorance-related misunderstandings continua no Orkut. A última novidade foi ser acusada de ter feito chacota e de não ter sido polida quando falei que o vizinho coreano da Hunka cozinhava algo que fedia muito. Igualzinho à história de Berlim. O vizinho coreano da Hunka cozinhava algo que fedia muito, leia-se eu odeio todos os coreanos, quero que eles morram, são todos fedorentos, a cozinha coreana é uma merda.
Depois dizem que eu sou intolerante. Não dá vontade de jogar uns napalmzinhos aqui e ali, de vez em quando? Pelo menos pra exterminar os assassinos de espaço depois da vírgula, os adeptos da vírgula entre sujeito e predicado, os conclusion-jumpers, os mal-humorados crônicos, os generalizadores em estado terminal que pululam na internet?
Aguardem o próximo insulto original e criativo. Ali do lado de Odiei Berlim, logo meu diploma foi comprado já já vai aparecer outra frase de impacto. Tipo, o vizinho coreano da Hunka cozinhava algo fedido, logo não sou polida.
ai, meus sais…
Tenho feito vários inimigos no Orkut. Invariavelmente é gente que não respeita a diferença de gostos. A internet anda cheia delas.
Um paulista-oriental que insiste em não usar espaço depois da vírgula e tem um português péssimo abriu um thread recomendando a cozinha coreana. Eu falei que nunca experimentei e não quero porque tenho trauma, porque a Hunka tinha vizinhos coreanos que empesteavam o prédio no domingo, quando resolviam cozinhar. Escrevi isso lá porque achei que era uma historinha engraçada, não?
Pronto. Como você é preconceituosa! Como você pode julgar a culinária de um país inteiro por um vizinho que cozinha mal? Os restaurantes coreanos vivem cheios de gente famosa, deve significar alguma coisa, né? (ma che cazzo di argomento è???)
Respondi que nem que eu quisesse poderia experimentar comida coreana, porque aqui onde eu moro não tem. Um idiota responde, sempre em português sofrível:
Eu estive em Roma e vi restaurantes tibetanos, peruvianos, tailandeses, coreanos…
Eu não moro em Roma, querido. E restaurantes estrangeiros não fazem exatamente um sucessão aqui, como qualquer um que conheça um italiano pode demonstrar. O que você acha que um italiano pede quando vai a um restaurante chinês? Spaghetti com frutos do mar, frango com amêndoas, carninha na chapa. Nada de bizarro, italiano não gosta de arriscar quando o assunto é comida.
Ai vem a pérola do paulista-oriental (estou omitindo os erros de digitação e de gramática):
Viva quem aprecia comida estrangeira sem culpa…
Culpa? Não entendi.
Fechei com a Grande Verdade Universal: GOSTO NÃO SE DISCUTE, PORRA.
num to intendeindo
Quanto mais o tempo passa e mais coisas eu vejo, mais dou importância à capacidade comunicativa das pessoas. Pois não existe inteligência emocional? Musical? Esportiva? Matemática? Com certeza existe comunicativa também. A diferença, acho, é que não se comunicar direito causa problemas em todas as áreas da vida, enquanto que ser desafinado, por exemplo, é só levemente desagradável.
Lembro da minha época da faculdade, quando fazíamos prova no anfiteatro principal, estilo anfiteatro grego, com bancos de madeira e total visibilidade das fileiras à frente. Eu enxergo muito bem e sou muito curiosa, e sempre tive o hábito de xeretar nas provas dos outros, mesmo quando sabia as respostas. E ficava impressionada com a incapacidade das pessoas de entender o que foi perguntado e dar uma resposta adequada. Via gente respondendo em páginas e mais páginas a questões do tipo “Cite três sintomas…”. Eu pensava, cacete, citar NÃO é explicar, por que essa criatura está escrevendo tanto??? Ou não entendeu a pergunta ou não é capaz de escrever uma resposta sucinta ambos defeitos graves, na minha opinião. Extrapolando um pouco a coisa, eu imaginava essa futura médica explicando a um paciente a sua doença, as opções de tratamento, os efeitos colaterais de uma medicação. Com certeza não seria uma explicação clara, muito menos sucinta.
Essa pessoa também com certeza vai ter problemas até quando for ao Ponto Frio Bonzão comprar um liquidificador. Como a senhora quer o seu liquidificador, senhora? Imagine uma resposta de meia hora, que não responde nada.
Claro que nem todo mundo sabe escrever bem. Cada um tem seu talento individual e seus defeitos individuais. Eu escrevo bem mas não sei desenhar nem casinha e também não sei fazer regra de três de cabeça, mas isso não atrapalha em nada a minha vida. Não tenho a pretensão de que todo mundo deva ser um Verissimo. O que eu acho é que neguinho anda muito burrinho, muito incapaz de entender e, consequentemente (que saudade do trema!), incapaz de se fazer entender. E isso não tem nada a ver com escrever e falar BEM, mas com escrever e falar pelo menos CLARAMENTE. Coisas muito diferentes.
(E eu diria que essa idiotice generalizada é um fenômeno muito brasileiro, porque em threads semelhantes a essa abaixo, em comunidades americanas semelhantes, a discussão é de altíssimo nível, tanto em termos de conteúdo quanto de forma).
Vejam os exemplos de um thread numa comunidade de ateus do Orkut. Começou com um topic do Eduardo, um evangélico chatérrimo que adora encher o nosso saco.
Já que vocês não acreditam em Deus, quero saber… 7/16/2004 1:43 PM
1. Todo Cristão é culpado pelas mortes causadas pela Igreja católica (que nunca foi muito cristã!) durante inquisição, etc?
2. Dentre todas as religiões existentes (teístas), quais o qual [SOCORROOOOOOOOO] você consideraria como a mais lógica?
3. Você se tornou ateu porque cansou da religião? Ou porque sempre procurou por Ele, e Ele nunca te respondeu?
4. Vocês acham mesmo que não tem fé?
5. Vocês acham que não existe nada além daquilo que podemos enxergar ou pensar?
Até!
Algumas respostas selecionadas pelo pouco nexo que apresentam (e reparem também nos repetidos assassinatos gramaticais. Os negritos gramaticais e os itálicos de sem nexo são meus, assim como os comentários entre colchetes.):
1. Claro que não, isso não tem nada haver uma coisa com (onde foi parar a preposição?) outra.
2. Na minha opniao, as mais logicas são o satanismo(como religiao pessoal) e o paganismo.
3. Na verdade eu nunca acreditei muito nessa história, as pessoas são ignorantes, coisas que não entendem dizem que é obra divina.
4. Essa história já esta morta, já foi mais do que provado que a fé nao tem nada haver com deus, ou religiao alguma, a fé é uma forma de pensamento positivo, isso já foi provado cientificamente (já pareceu no Fantástico inclusive.
5. Isso foi umas das coisas mais ignorantes que eu já lí, sem comentários.
Vejam que pérola do nonsense:
1 – aaah mas na inquisição o papa pediu desculpa depois. quantas culturas indigenas massacradas, nas cruzadas, sua igreja mediocre de lutero foi criada simplesmente porque a SIRG [reparem que estamos falando de um Império. Substantivo masculino.] queria anexar terras da igreja católica. a [o que seria isso? Um “Ah,”?] mas a 1 GM nao tem nada a ve com a 2 GM nem vo cita história
2 – na espiríta, foi a única que começou com processos lógicos e racionais antes de se jogar na fé com oq nao explicava (nao curto espiritismo)
3 – procurando ou nao procurando continuava a mesma coisa, novamente, se deus existe eu nao gosto dele e eu sou anticristo
4 – sim, na mesma intensidade que acho vc alienado
5 – se deus está até alem do seu pensamento, nao pode existir ;) vc sempre acaba caindo em contradições te perdoo
Outra:
1. Não é bem assim. Eu não confundo a igreja com o clero. Apesar de ser “mentirosa” [Quem é o sujeito? A Igreja, presumo], há muitos clérigos que podem passar uma lição de vida muito melhor que ateus revoltados e satanistas ou simplismente desinformados. Assim como tem clérigos que como muitos seres humanos é ganancioso [o plural onde foi parar?] e não se importa com a vida alheia. Eu imagino um ateu, na situação do clero, onde eles tinham [eu usaria um futuro do pretérito aqui, e vocês?] que manter o poder. Fariam [aqui ele acertou o verbo, vai entender] ainda pior, porque mesmo alguns inquisidores acreditavam que faziam o que faziam por deus. Se o ateu não acredita em um pós vida, seria ainda mais sarcastico. Claro, levando em consideracao que o ateu seja tão mal quanto o padre. Lembre-se, ha bons padres e maus padres. Assim como todo ser humano [falta alguma coisa aqui…].
2. Ah… Exceto o islamismo e algumas criadas na Reforma, todas são perfeitas, levando em conta a existencia de deus, pois todas explicam tudo ded um modo perfeito. Mas, como ele nao existe, nao ha religiao teista logica.
3. Me tornei ateu porque estudei. [Nota-se].
4. Em algumas coisas. Eu tenho fé que se eu soltar um lapis a uma certa altura ele vai cair. Mas em deus eu nao tenho.
5. Acredito que a ciencia chega lá e vai resolver todos os misticismos.
Minha resposta ligeiramente desaforada:
1. Não merece nem resposta, essa tua pergunta. O máximo que eu posso dizer é que aceitar fazer parte de uma religião que causou tantas guerras, tantas mortes, tanta pobreza e sobretudo tanta ignorância não é um bom indício de lucidez. Não importa se o Papa pediu desculpas ou não. Hoje a Igreja Católica não manda mais ninguém às Cruzadas, mas continua matando indiretamente, ao ser contra a camisinha em tempos de AIDS, por exemplo. Apoiar esse tipo de pensamento é ser conivente com as consequências. Que, diga-se de passagem, não são nada light.
2. Nenhuma, obviamente, já que religião e lógica são coisas diametralmente opostas, por definição.
3. Nunca acreditei em deus, porque nunca fez nenhum sentido pra mim, além de nunca ter entendido por que as pessoas precisam tanto acreditar nele. Meus pais tiveram a sensatez de não me batizar (ainda bem, porque essa imposição da escolha religiosa me dá um nojo que você nem imagina) e de não me botar em escola religiosa. Cresci livre pra pensar. Não é maravilhoso?
4. Isso tudo depende da sua gramática, querido. “Não tem fé” se refere a quem? Porque se você está perguntando se nós achamos que não temos fé, teria que ter botado um circunflexo no verbo “tem”, pra fazer o plural. Como não botou, esse “não tem fé” pode querer dizer inclusive “não há fé”. Nesse caso a resposta é sim, infelizmente. Infelizmente existe fé, aquela cega, que impede a visão do mundo ao redor. Aquela dos antolhos.
Marcelo, o seu exemplo do lápis não tem nada a ver com fé. Ter fé é acreditar cegamente. Quando deixamos o lápis cair SABEMOS que ele vai cair, e sabemos o porquê também. Saber é diferente de acreditar cegamente.
Não me batam, mas a minha única fé cega é a de que um dia o pessoal que se manifesta publicamente vai ter um nível de Português um pouquinho melhor e parar de botar vírgula entre sujeito e predicado, crase antes de verbo e de palavra masculina, vai parar de errar os acentos dos porquês. Será que é otimismo demais da minha parte? ;)
5. Essa também não merece resposta.
Eduardo, na boa, não subestime a cabeça do pessoal aqui. Só porque os outros escrevem mal, que nem você, não significa que são estúpidos e cegos, que nem você. Pelo contrário, os argumentos dos membros dessa comunidade costumam ser muito lúcidos e interessantes. Ao contrário dos teus, sempre repetitivos e desprovidos de embasamento científico ou de opinião própria. Culpa dos antolhos…
**
Uma das coisas mais tristes é a falta de coerência gramatical (pra não falar das idéias). Já cansei de ler respostas com diferentes erros sobre o mesmo assunto na mesma frase como o que escreveu mau e mal acima, em contextos idênticos, acertando num caso e errando no outro. Que síndrome é essa da atiração pra todos os lados? O cara não sabe como se escreve “nada a ver”, então ele escreve na mesma frase “nada haver”, “nada a vê”, “nada ver”, pra ver se acerta em pelo menos uma? Queísso! Pelo menos escolhe um e fica fiel ao seu errinho! Eu tenho meus erros de italiano de estimação, que fico com preguiça de olhar na gramática pra consertar. Mas pelo menos são sempre os mesmos.
Gente estranha.
(podem deixar que eu darei detalhes da minha expulsão da comunidade.)