Tem uma propaganda passando na Band (pelo menos, eu espero que seja só lá mermo) que é de rolar de rir. Já começa pelo produto propriamente dito: umas panelas que, aparentemente, você pode empilhar, de forma a aproveitar melhor o calor e economizar gás e energia. A criatura que apresenta é uma loura (obviamente oxigenada) beiçuda – mas até aí, tudo bem, 99% das louras brasileiras são beiçudas mesmo – mas putz grila, a mulher é portuguesa! Daquelas com ovo na boca! Ela começa a explicar o funcionamento das panelas *não consegui entender o nome*, obviamente num sotaque ininteligível, e vai empilhando as ditas cujas – mas empilhando VÁRIAS panelas, mil panelas, é uma torre de panelas, uma beleza. Fora que a tal loura está absolutamente pouco à vontade na frente da câmera, a cara dela é tão sem graça que dá até peninha. O conjunto geral da obra é uma coisa assim do arco da velha. Quem ainda não viu, por favor, dê um jeito de ver e depois veja se concorde comigo.
Arquivo do Autor: leticia
Rio stinks. And, what’s worse,
Rio stinks. And, what’s worse, I mean it in the literal sense. There is an incredible number of homeless (and thus toiletless) people living in the streets, so you can imagine the smell. The stink of human crap is everywhere. To make it worse, both homeless and non-homeless males simply use the whole city as an outdoors toilet: they simply choose a tree, or a wall, or a corner, or any inanimated body which happens to be standing nearby, pull their dicks out, and piss, as if it were the most natural thing in the world. But what about dogs’ piss, you may ask? You might not be aware, but human piss and animal piss don’t smell quite the same – they’re chemically different. That disgusting smell of amonia is produced by human urine only – so if it makes you wrinkle your nose, it’s human, baby. (Of course, there *are* loads of dog mines around, and it pisses me off a lot, since I collect my dog’s crap and so don’t bother anyone). Just to add a little bit more to the chaos, people also have this strange notion that it’s OK to litter the streets. Both the streets and sidewalks, as well as flowerbeds and any other place you can imagine, even the ground exactly below the trash cans, are littered with wrappings of chocolate bars, snacks, chewing gum, peanuts, and paper cups, and zillions of plastic bottles and straws, and absolutely anything else you can imagine – from old shoes to used condoms.
I just hate living here sometimes. Right now I wish I were Danish.
Em compensação, ontem à noite,
Na boa, essa filha do
Na boa, essa filha do Silvio Santos é, além de uma mala sem alça de papelão na chuva cheia de areia no pé da ladeira sexta-feira depois do trabalho, uma imbecil de nível intergaláctico. Poucas vezes na vida ouvi um discurso tão idiota. Tudo bem que ela já saiu com um score negativo, devido à combinação religião + sotaque urrameu, mas mesmo assim, rapaz… Extrapolou mermo. Deveria ter ficado seqüestrada até o próximo Big Bang.
Andar de táxi é sempre
Andar de táxi é sempre uma novela… Eu bato altos papos com motorista de táxi, escuto as histórias mais mirabolantes, me divirto horrores! :) Ontem, depois de uma avant-première de Amnésia (“Memento”)* peguei um táxi pra voltar à Tijuca, e o motorista me sai reclamando do genro, que era um banana, um bosta, uma mala, que ele era cearense cabra macho (socorro) e não ia aturar gritaria de genro mala não, e não sei mais o quê, o homem não parava de reclamar! Só que reclamava em sotaque cearense, o que tornava a coisa toda muito engraçada. Vim gargalhando o caminho todo :)
* Já o filme… É tão esquisito que eu nem saberia dizer se gostei ou não. É diferente, bem sacado, aparentemente confuso, mas se você prestar atenção, não é exatamente confuso, é só desordenado. Needless to say, saí do cinema exausta de tanto pensar. Tico e Teco tiveram que fazer hora extra ontem…
Vou falar uma coisa pela
Vou falar uma coisa pela primeira e última vez: o Aterro do Flamengo é a coisa mais linda do mundo, e ponto final. Cabô.
Ôxi, esqueci de uma coisa
Ôxi, esqueci de uma coisa ótima que me aconteceu semana passada! Aliás, me aconteceu não, uma coisa ótima que eu nunca tinha feito antes, mas fizemos, eu e meu irmão. Fomos a São Paulo ver o show do Live :))))))) Os contras (que no final das contas não pesam nada na balança): a humilhação de ter que ir a São Paulo, a própria São Paulo, a mulher fedida sentada ao meu lado no vôo da Fly, a descoberta de que o vocalista ou é ou tem todos os sintomas de viado. Os prós (muito mais significativos que os contras): eles são MUITO FODAS! Caramba, COMO ELES TOCAM BEM! Como as músicas são boas! Como o Ed *sobrenome impronunciável* canta bem, apesar de rebolar! Putz!!! Tudo bem, morremos numa grana, estressamo-nos (linda ênclise), ficamos exaustos, mas caramba, valeu a pena, viu… Não é à toa que ultimamente, fora as trilhas sonoras malucas que eu escuto, só entra Live nos meus ouvidos.
Eu sempre soube que era
Eu sempre soube que era velha de espírito, mas de vez em quando ainda me surpreendo… Eu adoro bater papo com velho; na época do ambulatório de Endocrinologia quase apanhava do professor porque em vez de examinar ficava ouvindo histórias e trocando receitas de pavê, mas eu sempre acabo aprendendo alguma coisa interessante, velho tem tanta coisa legal pra contar. Hoje fui a Teresópolis, na casa de um antigo vizinho da família (da época em que minha mãe era pequena e morava no *ui* Rocha) – a mãe dele fez 90 anos hoje. Repito: uma feijoada de aniversário em que a aniversariante tem 90 anos, o que significa que a média de idade da galera tinha que ser medida através de carbono 14. Mas tudo bem, lá fui eu, de van (coisa bem pimba – confortável, mas pimba), com aquele bando de fósseis ao meu redor. Chego lá, mais fósseis, tudo gente de Neanderthal – mas sabe que eu me diverti? Eu sou muito falante, matraca mermo, mas com velho eu tendo a ficar quieta e só escutar, e sempre me divirto ou aprendo alguma coisa, ou ambos :) Ainda por cima tinha a neta do dono da casa, uma figurinha de 4 anos de idade – eu perguntei se ela sabia contar histórias, ela disse que não, mas que sabia amarrar, e aí estendeu a perna pra mim, desfez o laço do tênis e amarrou de novo, toda orgulhosa :)
Normalmente não me incomodo de ser velha assim, mas tem vezes que eu me sinto tão alienígena! Nenhuma amiga minha, eu acho, agüentaria uma tarde museológica como a que eu passei hoje. Pô, acho que eu sou mais estranha do que eu achava.
Eu e as meninas estamos
Eu e as meninas estamos absolutamente obcecadas com a viagem à Itália (mas, convenhamos, você também não estaria?), sonhamos com isso, só pensamos nisso, fazemos mil planos, desenhamos mapas, recortamos notícias, cruzamos dados, consultamos livros… Ai como é boa essa fase pré-viagem :)))
Uma coisa que eu comentei
Uma coisa que eu comentei com o italiano outro dia e só mais tarde parei pra pensar: como eu custei a descobrir as felicidades de ser menininha! Até pouco tempo atrás eu vivia de calça de moletom, não tinha um potinho de creme hidratante no armário e muito menos batom. Aí de repente virei viada, fresca, patrícia. Não sei que bicho me mordeu. Mas, de qualquer maneira, como ele mermo disse, a gente se diverte muito mais do que eles, em termos de roupas e afins. Eu atualmente acho divertido comprar roupas (ou pelo menos menos sacal do que sempre achei, embora meus sentimentos em relação a comprar roupas estejam definitivamente ligados ao meu peso no momento das compras) e creminhos e maquiagem. Estou tentando passar um pouco dessa felicidade de ser menina pra minha amiga gringa. Americano é muito molambo, caramba! Eita povinho desprovido de graça e elegância!
Já os italianos… ;)