Arquivo de abril de 2008

meus sais

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Que o Daniele só fala besteira eu já tava careca de saber, mas hoje ele realmente se superou. Eu achava que já tinha ouvido de tudo, já que ele uma vez afirmou que tinha uma manjedoura na loja (ele vende móveis antigos e não) que era da época de jesus cristo, e em outra ocasião disse que no subsolo da loja tem uma tumba etrusca.

Hoje ele disse que a Mona Lisa que está lá no Louvre é uma de seis cópias, e que o original está nas mãos de um amigo dele. Que a comprou de uma família de Perugia, cujo antepassado a roubou não sei de onde.

Por sorte eu estava com a boca cheia de pizza (vá em Il Piacere della Pizza, página 2, Teddy Boy) e engoli meu comentário sarcástico junto com a mozzarella, a lingüiça e o alecrim.

the blade itself

terça-feira, 29 de abril de 2008

Se no ano passado me concentrei nos clássicos e em ateísmo, pontuados com os fantasy de sempre, esse ano aparentemente tô só no fantasy. Estou tendo uma recaída, digamos. Não adianta, eu adoro. Mas queria ler umas coisas novas e não sabia onde procurar. Acabei batendo, por acaso, num blog que comenta livros desse gênero, e desse fui parar em outros, de forma que a minha lista de livros a comprar e ler cresceu um bocado. Como estou super sem tempo, vou comprando e acumulando, lendo muito devagar – praticamente só no ônibus de e pra Perugia. Nem antes de dormir estou lendo mais, porque sendo compulsiva eu sei que vou ficar repetindo pra mim mesma “só mais um capítulo” até as quatro da manhã. E como tenho que acordar às seis e meia pra malhar, não rola. O mundo é muito inseguro comigo em déficit de sono. Então tô praticamente engatinhando com a leitura.

O livro que eu escolhi pra levar pra viagem foi um desses do qual eu ouvi falar nesses blogs de fantasy. Fez um sucessão no ano passado e resolvi dar uma chance pro menino.

A série se chama The First Law e estou lendo o primeiro livro, The Blade Itself. Os nomes dos livros são ótimos, e se aparentemente não têm sentido nenhum é porque são pedaços de frases. “The blade itself incites to deeds of violence”, Homer. “We should forgive our enemies, but not before they are hanged“, Heinrich Heine (adorei esse). O terceiro se chama “Last Argument of Kings” e aparentemente não vem de frase nenhuma, mas logo no início tem: “Life being what it is, one dreams of revenge”, Paul Gauguin.

O Guardian diz que a série é “delightfully twisted and evil”, e concordo plenamente. Os personagens são muito maneiros, o ritmo é bom, geograficamente é um pouco confuso porque não tem mapa (poxa, e eu adoro mapa) mas não importa, enfim, estou gostando muito.

Quando acabar essa saga acho que vou ler os livros que a Marcinha me mandou, ou então adiar mais um pouco pra começar logo a série que comprei em Ottawa, sobre as guerras napoleônicas. Com dragões. *grin*

a nova Chalene

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Como me enchi de pagar taxas de importação quando compro coisas nos EUA e mando entregar em casa, toda vez que viajo pros EUA ou afins compro coisas online antes de viajar, aproveitando esse delicioso momento de dólar que não vale um figo seco, e mando entregar no lugar onde vou ficar durante a viagem. Dessa vez comprei uns bumper stickers no ebay e os únicos DVDs da Chalene que eu ainda não tinha. Um deles experimentei na casa da eowyn mesmo, mas os outros são com aquela maldita bolona inflável e tive que esperar voltar pra casa pra testar.

Rapaz… A bola é um porre mas vai ser eficaz assim lá na casa do chapéu! Malhar com a bichinha faz toda a diferença do mundo, especialmente os abdominais. Quando terminei de subir a ladeira pro ponto de ônibus, depois da faculdade, todos os meus músculos estavam doendo, parecia que eu tinha vencido o Iron Man. Socorro!

Amanhã tem mais :)

zürich – roma

domingo, 27 de abril de 2008

Os russos hediondos da ida também estavam no nosso vôo na volta, graças aos céus bem longe de nós. A comida tava gostosinha e tal, mas rolaram algumas horas de turbulência e foi impossível dormir. Quando chegamos em Zürich eu tava querendo matar um (fico insuportável quando não durmo, nem eu me agüento). Felizmente a espera era pouca e logo embarcamos de novo.

O vôo até Roma foi tranqüilo e muito estranhamente nossas malas não levaram horas pra chegar, como sempre acontece. Já rolou de esperarmos quase duas. A van do estacionamento veio nos recolher no terminal, pegamos o carro e tocamos pra casa. Dormi quase a viagem inteira, e chegamos em casa no final da manhã. À minha espera no escaninho uma caixa da Amazon com dois livros que a Marcinha me mandou de presente: brigadaaaaaaaaaaaaaa! Assim que terminar a saga que estou lendo agora vou encarar pelo menos um deles, estou curiosa. Você é um amor :)

Deu tempo de desfazer as malas e botar a primeira leva de roupas na máquina antes de sair pra almoçar na Arianna. Passei a tarde trabalhando, quase dando com a testa no teclado de tanto sono, enquanto o Mirco dormia. Acabamos jantando em casa mesmo. Fui dormir cedíssimo, antes que a síndrome de abstinência de sono me transformasse numa multi-homicida de tanto mau humor.

ottawa – zürich

sábado, 26 de abril de 2008

Antes de tocar pro aeroporto passamos no supermercado do shopping pra comprar pão de forma gostoso pra levar pra Itália, aqueles pães com doze mil cereais, pão integral, pão de centeio, pão de semente de linho etc, que não tem no interior do Zaire. Enfiamos tudo nas malas e fomos pra Montreal, com a esperança de conseguir dar um pulo no centro pra comer a famosa smoked meat Montreal style. Não rolou: um acidente aparentemente muito grave na estrada nos forçou a mudar de trajeto, e chegamos ao aeroporto na hora certa, mas sem passar em Montreal. Paciência, fica pra próxima. Almoçamos no aeroporto mesmo e logo logo chegou a hora de embarcar. Porque eu tô careca de dizer que viajar virou uma coisa chatíssima, você pode chegar oito horas antes do vôo no aeroporto, que os security checks são tantos que você vai chegar no gate inevitavelmente na hora certinha do embarque. Não deu outra.

**

Fim de viagem é um negócio muito estranho, principalmente quando a viagem é assim que nem parece que você saiu de casa. Ficamos na casa de amigos, cozinhamos, vimos televisão, fiz ginástica, li, trabalhei, a minha rotina não mudou muito. Mudou só o lugar pra onde eu ia quando não estava fazendo essas coisas todas, e como ficamos só em Ottawa nos últimos dias a gente já tava se achando suuuuperíntimos da cidade. Então dizer tchau pra tudo isso foi um pouco esquisito. Mas como toda vez que a gente viaja eu compro coisas pra casa, também fico doida pra voltar logo e botar tudo no lugar pra ver com que cara vai ficar (ixi, rimou), e também estava com saudade da faculdade. Mas foi uma semana muito legal, relaxante, interessante, com uma amiga que eu não via há muito tempo e seu marido gente boa, que nos acolheram superbem e compraram até bolo de aniversário pra mim, com direito a “parabéns Lefl” escrito e tudo. Uma semana num país cheio de gente simpática e incrivelmente gentil, educada, alegre, sorridente sempre. Onde as coisas funcionam sem que todo mundo seja paranóico nem inflexível, onde os imigrantes são escolhidos a dedo mas recebidos de braços abertos e se integram completamente. Onde, infelizmente, faz um frio de lascar durante metade do ano. Um país ao qual eu acho que deveria ser obrigatório mandar os filhos pra estudar, todos os filhos de todos os pais do mundo, pra ver se voltam um pouquinho mais civilizados pra casa.

Ah: fotos no flickr, como sempre, mas ainda estão só as primeiras. Não sei se o Mirco já descarregou todas e estou sem saco de subir as novas. Quando rolar, rolou.

ottawa

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Como já vimos mais ou menos tudo o que tinha de interessante pra ver no centro, ficamos aqui em torno mesmo. O objetivo era dar uma volta de bicicleta, mas não conseguíamos abaixar o descanso da bicicleta do Nenad e acabamos indo dar uma volta a pé ao longo do rio. Cheio de patos, de gansos canadenses voltando da migração, de passarinhos com manchinhas vermelhas nos ombros, de esquilos de cores variadas. O dia estava lindo e o passeio foi uma delícia. Quando pegamos o caminho de casa estávamos morrendo de calor. Paramos no grego pra almoçar, peito de frango recheado com feta e espinafre, hmmmm. Depois fomos ao supermercado comprar mais umas coisinhas pra levar pra Itália e quando chegamos a eowyn tava de saída pra fazer compras pro churrasco. As vizinhas de casa, mãe e filha italianas, foram convidadas e precisávamos comprar carne, bebidas, etc. Lá fomos nós de novo fazer compras.

Primeiro no Rainbow Market, que só vende coisas orgânicas e esquisitas. Fiquei enlouquecida, todos aqueles tipos estranhos de arroz, de quinoa, de cereais bizarros, de ervinhas, de vitaminas, de leite fresco. Uma delícia de loja. Comprei arroz vermelho indiano, arroz selvagem preto que eu amo e na Itália só se encontra misturado ao basmati, quinoa vermelha, muesli biológico e pistaches pro Mirco. Depois fomos a um supermercado grande comprar carne, Coca etc, e toca pra casa. Nenad tirou o barbecue da garagem, acendeu o bichinho, botamos as lingüiças na brasa, eu fui cortar legumes pra fazer na grelha e no forno. Aproveitamos pra cozinhar a quinoa, que tem cheiro de feijão enquanto tá no fogo, leveza de isopor depois de cozido e um sabor familiar e ao mesmo tempo diferente (bem gostosinho, se tiver que ser ela pra salvar o mundo da falta de cereais, seja bem-vinda). Nesse meio tempo chegou a Rita, a vizinha-filha, porque a vizinha-mãe tava com dor de cabeça e ficou em casa. Batemos muito papo, comemos pra burro, batemos mais papo. Depois que a Rita foi embora ficamos vendo o episódio inédito de South Park da semana, depois Zoolander e depois caminha.

ottawa

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Hoje foi um dia de bundear.

Em vez de descermos no ponto perto do Parlamento onde descemos sempre, saltamos em outro ponto, e rodamos a Bank Street toda, de cima pra baixo. Depois de muito caminhar Mirco resolveu encarar um japonês, só pra ver se ele mudava de idéia e passava a gostar. Como eu tinha tomado café muito tarde e não tava com fome, fui poupada do horror. Mas confirmo aqui, por escrito: tenho pavor de comida japonesa, não posso nem chegar perto. Nem sopinha com macarrãozinho rola, que eles conseguem estragar. Ou sou muito azarada e só comi em restaurante ruim, ou é uma merda mesmo. Desconfio que a segunda opção é a justa.

Acabamos parando no salva-vidas, leia-se Mcdonald’s. Já tava no meio da tarde e fomos sentar no parque do Parlamento de novo. Mirco pegou até um bronzeado enquanto eu li mais alguns capítulos de The Blade Itself (do qual falarei mais tarde). Tenho que aproveitar todos os minutos livres pra ler, porque estou entupida de trabalho (na terça tive que entregar algumas laudas chatas e tenho coisas pra segunda depois que voltar da viagem). Passeamos mais um pouco e voltamos pra casa.

Jantamos no restaurante grego perto da casa da eowyn, Teo’s Greek Tavern, com aquela decoração horrenda de restaurante americano, templos gregos pintados nas paredes, casinhas brancas das ilhas etc. Carpete, água com gelo, Zorba o Grego tocando no fundo. As garçonetes supersimpáticas (todo mundo nesse país é simpático, deve ser alguma coisa que botam na água), a comida ó-te-ma (e confirmo outra coisa por escrito então: comida mediterrânea é o que há, meus amigos, não tem erro) e o melhor, pertinho de casa. Nenad levou o carro pra casa e nós voltamos a pé. Batemos papo, vimos TV e nana.

ottawa

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Hoje era o único dia da semana pro qual a previsão do tempo dava uma chuvinha besta.

Saímos tarde de casa, pra variar, e fomos diretamente pro Museum of Civilization. Como descemos do ônibus no lugar errado e tivemos que caminhar MOITO, atravessando a Alexandra Bridge cruzando com gente que sai do escritório na hora do almoço pra caminhar, com crachá e tudo, chegamos ao museu na hora do almoço. Comemos lá mesmo, um hamburger servido por uma portuguesa chamada Herundina muito sorridente.

O museu é MUITO maneiro. Primeiro porque tem aquela coisa toda que eu já falei de ver coisas novas: o foco do museu é sobre os povos que viviam no Canadá antes da chegada do homem branco e coisa e tal. Outra grande parte fala justamente da chegada do homem branco, das primeiras colônias e por aí vai. Tinha uma exposição temporária sobre o Peru INTERESSANTÉRRIMA, sobre um povo que viveu não sei quantos séculos antes dos maias, os sican (não acho o link no site do museu). E tem uma parte chamada Face to Face contando a vida de 25 personagens importantes de diferentes fases da história do país. Levanta o dedo aí quem conhece uma pessoa, uminha, importante pra história do Canadá. Pois é, eu também não sabia nada sobre esses fulanos, mas agora conheço vários. Li muita coisa interessante, vi muitas fotos ótimas, aprendi muita coisa legal. A visita foi ótima e superprodutiva.

Voltamos pra casa relativamente cedo porque o Nenad queria levar a gente ao Mer Bleu, área pantanosa a poucos minutos da cidade que é na verdade um microclima, um retalho de uma outra imensa área pantanosa no norte do país. É um lugar estranhíssimo: a água é tão ácida, mas tão ácida que não há bactérias nem insetos, então o silêncio é avassalador. Apesar da chuva forte que estava caindo até poucos minutos depois que estacionamos o carro lá, você não escutava nem os pingos das gotas caindo das folhas, porque não há nada seco que pudesse fazer barulho. Aqui e ali estranhas árvores brancas davam tchauzinho do meio do pântano, pinheiros cresciam ao lado da espécie de estradinha elevada/causeway construída pro povo passear pelo meio do bog. Um troço muito esquisito mesmo. Ali também aprendi um monte de coisa legal, saí feliz da vida.

Tínhamos combinado de jantar tailandês, mas o restaurante preferido da eowyn e do Nenad tava entupido porque tinha um evento gastronômico pra festejar o dia de combate à AIDS ou whatever. Fomos ao indiano preferido deles então. Lugar supertípico, a indiana-chefa com argola no nariz e coisa e tal, cheiro de especiarias no ar. Só que TUDO tinha coentro. TODOS os pratos. E nós odiamos coentro. Pro Mirco o coentro é o rei das “erbette del cazzo” (literalmente ervinhas de merda), e ele não pode nem sentir o cheiro. Não sabíamos, porque todas as outras (poucas, admito) vezes que comemos indiano não tinha nada disso. Eu ainda comi algumas coisas, mas o Mirco ficou no pão mesmo e quando chegamos em casa encarou leitinho com cereais. Ficamos vendo reprises de South Park até o sono bater. Fui dormir cansada.

ottawa

terça-feira, 22 de abril de 2008

Saímos tarde de casa de novo, mas quem tem pressa quando está de férias é porque não sabe tirar férias, certo.

Fomos direto pra National Gallery. De não sei quanto em quanto tempo mudam a escultura que fica em frente ao museu; a que está lá agora é uma aranha gigante, com a barriga cheia de ovinhos, muito maneira. Toda hora um ônibus escolar passa e todos os alunos botam as máquinas fotográficas pra fora pra imortalizar a aranhona. Uma ótima surpresa, o prédio é muito bonito, o acervo é muito mais interessante do que esperávamos, e como sempre todo mundo lá dentro era incrivelmente gentil. Apesar de que quem mora na Europa, e mais especificamente na Itália, normalmente não tem fome nenhuma de museu quando viaja porque o que tem aqui dá pra se lambuzar de arte até as sobrancelhas, é o tipo de programa pro qual eu nunca digo não. Adoro um museuzinho, mesmo não entendendo lhufas de arte. E gostei muito. A gente passa a vida habituada a ver pinturas com temas europeus e quando vê um quadro bonito com índios norte-americanos ou paisagens branquinhas do Québec acha tudo muito estranho. Mas é um estranho legal, ver coisas novas é sempre legal. Sempre.

Eu adorei essa aqui, ó.

Depois do museu fomos catar um lugar pra almoçar. Acabamos escolhendo um vietnamita, ligeiramente fora do murundu do By Ward. Comemos muito bem: sopinha pho (com carne, verduras e macarrão), arroz com cogumelos na panela de barro pro Mirco e curry de frango com arroz no vapor pra mim. Tudo uma delícia.

Demos mais voltas, sentamos no parque em frente à embaixada americana pra ver a grama crescer, e quando cansamos voltamos pra casa. Na volta passamos no supermercado do shopping em frente à casa da eowyn, porque adoramos um supermercado básico. Acabamos jantando piadina que nós trouxemos com o speck e a mozzarella não-mozzarella que compramos no sábado na cidade. E caminha.

ottawa

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Saímos tardão de casa e fomos dar voltas na cidade. Com os museus que fecham às segundas e aquele solzinho gostoso o passeio foi ótimo, assim sem rumo, só pra dar uma olhada inicial no que rolava. Muita gente de bicicleta, muita gente de patins, trânsito intenso mas organizado, TODO mundo de camiseta de alcinha, microshort e sandália aproveitando os primeiros dias quentinhos do ano.

Fomos parar na área do By Ward, onde há zilhões de restaurantes diferentes, barzinhos e pubs irlandeses. Cheio de gente sentada nas mesas do lado de fora, aproveitando o calor e jogando papo fora. Depois de muito rodar e debater decidimos almoçar comida libanesa. Kafta e falafel, arroz, saladinha, pão árabe, tudo ÓTIMO. Me deu uma saudade danada do Rio; adoro comida árabe e os cheiros dos pratos me lembraram da Casa Pedro, da Saara, da esfiha, dos passeios na Cidade com a minha avó…

Depois do almoço paramos no parque em frente ao Parlamento pra dar uma digerida básica, não sem antes passar numa livraria pra comprar umas coisinhas, até porque eu não tinha nada pra ler enquanto o Mirco dormia no sol. Ao nosso redor, gente dormindo, gente almoçando sanduíches ou saladinhas, gente jogando cartas, gente escrevendo em cadernos, gente tirando fotos, gente dando cambalhota, gente jogando frisbee, gente batendo papo com o policial, gente tomando conta de criança brincando (olha a hipálage aí… Era a criança que brincava, não a gente que tomava conta delas). Um dia delicioso.

Digestão feita e soninho terminado, continuamos a dar voltas ali no centro e fomos parar, adivinhemmmmmmm, num shopping. Época de liquidação com o câmbio euro/dólar favorável pra gente, já viu, né. Até que nos comportamos e compramos umas poucas coisinhas na Gap e mais nada. Chegamos em casa já na hora do jantar, mas eles comem tão cedo aqui que a eowyn e o Nenad já tinham jantado. Aproveitamos e matamos os leftovers do chinês de anteontem. Vimos um pouco de TV e caminha.